Em
1976, a atual presidente e responsável técnica do
Instituto de Psicologia Fenomenológico-Existencial do Rio
de Janeiro forma-se em Psicologia consciente de que deveria cumprir
sua missão: ajudar aquele que no desespero de sua existência
clama por uma escuta atenta e por uma palavra cuidadosa.
A psicóloga Ana Maria Lopez Calvo de Feijoo sabia desde
então que não aceitava ingenuamente que o cuidado
com o outro se desse através de interpretações
advindas de postulados teóricos engendradas em uma lógica
pautada em postulados de uma teoria. Ao viver tal intranqüilidade,
foi buscar outro modo de pensar o homem diferente daquele que
havia aprendido na Faculdade.
Já na Faculdade, em contato mais próximo com seu
grande mestre Luiz Fernando Teixeira Dantas, descobriu que outras
formas de pensar o homem existiam, porém eram pouco divulgadas.
Foi quando entrou em contato com a perspectiva existencial humanista.
E começou, então, a sua formação.
Paralelamente, desejava lecionar na faculdade de psicologia, já
que trazia uma experiência do magistério de primeiro
e segundo grau. Surgiu, então, a vaga para professora de
Psicometria, disciplina em que sempre se saíra muito bem
. A lógica matemática não guardava nenhum
mistério , uma vez descobertas as regras do jogo, era só
jogar.
Ao mesmo tempo que lecionava a disciplina que se atrelava à
lógica, na sua experiência clínica constatava
que nenhuma suposição lógica era observada
na existência humana. Esta consistia em um paradoxo que
a matemática não resolvia.
Ao passar simultaneamente por duas experiências tão
distintas: as aulas de Psicometria e a prática clínica,
a intranqüilidade dominava totalmente a então recém-formada
em Psicologia, que começa a tentar ministrar disciplinas
que abordassem a prática clínica. Embora insistisse,
era muito difícil que um profissional que não assumisse
alguma das perspectivas tradicionais em psicologia, ministrasse
disciplinas que versassem sobre a clínica psicológica.
Por outro lado, eram lhe oferecidas outras disciplinas: Estatística,
Testes Psicológicos, Ética Profissional. Ana Maria
, então, ensinava tais conteúdos, aprimorava –se
nestes conhecimentos, dizendo que “carregava tijolos, para
quem sabe um dia pudesse ministrar os conteúdos que tanto
desejava apresentar aos futuros psicólogos”.
Prosseguiu sua vida acadêmica e ingressou no mestrado, logo
que defendeu a tese, foi convidada a ministrar, na mesma Instituição
que fizera o mestrado, a disciplina de Estatística aos
candidatos ao mestrado. Novamente, entra na Instituição
de ensino pela via da matemática e tanto estudara o conteúdo
que escreveu seu primeiro livro. Em agosto de 1996, Ana Maria
lança o livro, “A Pesquisa e a Estatística
na Psicologia e na Educação”, que concorreu
ao Prêmio Jabuti. Neste momento, já lecionava em
duas faculdades de Psicologia e em uma delas conseguira uma proeza:
ministrar aulas de História da Psicologia e Teorias e Sistemas
Psicológicos. Se por um lado, isto lhe trouxe uma grande
felicidade, por outro lado isto resultou em sua demissão.
Discutir, problematizar, questionar era proibido. Embora já
tivesse vinte um anos de formada, desconhecia o fato de que levar
o aluno a pensar criticamente era proibido.
Porém, outra Faculdade de Psicologia já havia contratado
a professora, que sabia testes e matemática para ministrar
tais disciplinas. E ingenuamente acreditou que “começaria
carregando tijolos para um dia quem sabe, ministrar aulas de “Psicologia
Clínica na perspectiva Fenomenológico-Existencial”.
Faz-se pertinente lembrar que nas duas primeiras Faculdades, a
Psicóloga Clínica atuou no Estágio Supervisionado,
primeiramente com Psicodiagnóstico, depois com a Clínica
Fenomenológico-Existencial. Porém, na terceira e
última Faculdade de sua carreira acadêmica, isto
jamais lhe foi concedido.
É óbvio que uma guerreira, jamais deixa de lutar
pelo seu projeto: “levar aos alunos e psicólogos
outra visada em Psicologia Clínica”. E este projeto
iniciou-se no ano de 1985 por insistência de um grupo de
alunos e psicólogos recém formados, dentre eles,
Maria Bernadete Medeiros Fernandes Lessa, para que fosse constituído
um grupo de estudos e supervisão em caráter particular
que se realizaria no consultório de Ana Maria Feijoo. Pela
insistência desse grupo, uma vez que Ana Maira acreditava
que isto deveria ocorrer na Faculdade e que por não ter
passado pelo processo de ensino, não poderia pular etapas.
Pois, nesta época, nem mesmo tinha passado pela experiência
de supervisora clínica. Acabou por aceitar o grupo. E,
pode-se dizer que aí, a semente que mais tarde se tornou
o IFEN, foi plantada.
Este primeiro grupo prossegue na sua vida profissional pelos concursos
públicos e pela psicologia do trabalho. Maria Bernadete
Lessa permaneceu, insistiu e outro grupo se formou. Foi então,
após algum tempo de estudo, que surgiu a idéia de
constituir uma Instituição com a proposta de divulgar
a Perspectiva Fenomenológico-Existencial que já
vinha sendo estudada pelo grupo em seus pequenos detalhes.
Formou-se assim o grupo dos fundadores do IFEN. Primeiramente,
a fim de ver como seria o trabalho propriamente dito em equipe,
resolveu –se traduzir um dos livros de um psicoterapeuta
Existencial: Irvin Yallon. A tradução do livro “Psicoterapia
Existencial” do referido autor aconteceu em todo o ano de
1996.
Nesta primeira etapa, duas pessoas do grupo afastaram-se. Em 8
de dezembro de 1995,restavam oito membros, os quais fundaram,
juridicamente, o Instituto de Psicologia Fenomenológico-Existencial
do Rio de Janeiro- IFEN: Ana Maria Lopez Calvo de Feijoo, Maria
Bernadete Medeiros Fernandes Lessa, Myriam Moreira Protasio, Ivan
Samel, Ábia da Silva Mesquita, Marinete Vasques Julianelli,
Celeste Maria Maciel Aydelkop e Edith Starling do Rego Monteiro.
E, em março de 1996, deu-se início a realização
de seus projetos:
- Informativos, os quais denominaram-se “INFORMATIVO IFEN”,
e que seriam distribuídos, gratuitamente, nas Universidades
e no CRP a fim de divulgar o modo de pensar a Prática Clínica
na abordagem Fenomenológico-Existencial. Estes informativos
foram publicados anualmente de 1996 a 2001.
- Cursos de Formação que deram início às
primeiras atividades acadêmicas. A primeira turma iniciou-se
com a Aula Magna ministrada pelo professor Gerd Bornhem, intitulada
“Aspectos da Filosofia da Existência”, nas instalações
do Colégio Batista Shepard, que haviam sido alugadas com
o propósito de constituir-se um espaço físico
propício às atividades acadêmicas do IFEN.
Durante o ano letivo, periodicamente, conferências eram
proferidas aos alunos e sócios por convidados e professores
do IFEN. A professora Ana Maria Feijoo discutiu a psicopatologia
em duas palestras intituladas “Fragmentos de um discurso
esquizofrênico” e “Psicopatologia Fenomenológica:
uma introdução”. Telma Aparecida Donzelli,
Doutora em Filosofia, contribuiu com seus conhecimentos ministrando
as conferências: “O método fenomenológico
em Heidegger” e “O espaço e o tempo fenomenológico
na psicopatologia”. A professora Cléa Góis,
também filósofa, proferiu a palestra“ Psicopatologia
e Fenomenologia”.
- Cinema IFEN, cujo objetivo era de atrair a comunidade para discutir
as temáticas existenciais apresentadas nos filmes. A professora
Terezinha Russo, psicóloga e filósofa, coordenou
a discussão do primeiro filme “A excêntrica
família de Antônia” e a morte foi tematizada.
Ana Maria Feijoo coordenou a discussão do “Pescador
de Ilusões” e as categorias de diagnóstico
foram colocadas em questão.
- Os cadernos IFEN foram criados com objetivo de facilitar o processo
de aprendizagem daqueles que participam da formação
acadêmica do Instituto. O conteúdo versava sobre
as aulas ministradas. Foram publicados os cadernos de Psicodiagnóstico,
Psicoterapia, Psicopatologia, Método de Pesquisa Fenomenológica,
Filosofia e Epistemologia.
Em suma, no decorrer do ano de 1996, o IFEN, na vivência
da dialética entre o imaginário e o real, concretizou
suas realizações, entre o eterno e o temporal experenciou
plenamente o instante e entre a liberdade e a necessidade ampliou
suas possibilidades.
No ano de 1997, o caminho trilhado teve como base as realizações
do passado e a esperança no futuro, e, passo a passo, foi
dado prosseguimento na construção do seu presente
vivido com plenitude. O primeiro aniversário do IFEN foi
comemorado com uma palestra ministrada por Ana Maria Feijoo com
o tema “A articulação do sentido: do psicodiagnóstico
à psicoterapia”, na qual já ficavam claros
os dois caminhos de sua vida profissional. Agora, permanecem nos
trabalhos realizados pela EQUIPE IFEN, apenas três sócios
fundadores : Ana Maria, Bernadete Lessa e Myriam Protasio.
O livro “Psicoterapia Existencial” de Irvin Yallom,
traduzido pelos sócios fundadores do IFEN, teve como desdobramento
várias conferências e mesas redondas proferidas por
Ana Maria, Myriam, Bernadete e Ivan Samel, abordando os temas
existências, no decorrer do ano de 1997. A ludoterapia na
perspectiva Fenomenológico-Existencial foi tema de palestras
e curso de férias, no primeiro semestre de 1997.
O IFEN firme em sua proposta de divulgar os princípios
filosóficos existenciais e o método fenomenológico
na psicologia expande suas atividades para além do seu
espaço físico. Ainda em 1997, participa na organização
do Simpósio Existência e Pessoa juntamente com o
CPP e o Aletheia, dois grupos formadores.Ocorrem, então,
outros convites para a participação em Congressos:
VII Congresso Brasileiro de psicoterapia existencial, 1997; I
simpósio brasileiro da prática da psicoterapia Existencial,
1996; II Jornada da Gama Filho, 1999; V jornada científica
de pós graduação de psicologia da Universidade
Gama filho, 2001; VII congresso brasileiro de psicoterapia existencial,
2003.
A partir de então, iniciam-se os convites para participação
da Presidente do IFEN em bancas de mestrado e doutorado desde
agosto de 2001 até os dias de hoje.
O IFEN continua em suas jornadas, tematizando a Ética com
o título: a “ Ética na psicoterapia e no psicodiagnóstico”,
onde os profissionais Mauricio Castanheira, Flávio Rodrigues
Costa, Oswaldo Lopes e Neli Wise Abaurre fizeram parte da Mesa
Redonda.
Dando continuidade ao Cinema IFEN, debateram-se os filmes “Leollo”
,“O Carteiro e o Poeta” e “Um sonho de Liberdade”.
Forma-se, então, a segunda turma do IFEN, cuja aula inaugural
foi “A História da Psicologia Fenomenológico-Existencial”,
proferida por Ana Maria Feijoo.
O ano de 1997 foi consagrado por duas publicações.
A primeira foi a revista Fenômeno Psi nº 1, que versava
sobre o tema Ludoterapia, com as contribuições dos
trabalhos desenvolvidos em psicoterapia infantil pelas psicólogas
Ana Maria, Myriam Protasio, Maria Bernadete Lessa. Este número
também traz um estudo de caso apresentado pela então
estagiária Cláudia Guimarães. E a segunda,
consta do livro “A ética na Saúde” organizado
por Camon, no qual Ana Maria Feijoo escreve um capítulo
intitulado “ A Ética: uma dialética de paixão
e razão” . A partir daí, ocorrem outros pedidos
de publicação de capítulos e artigos: O estético,
o ético e o religioso na contemporaneidade – capítulo
– vanguarda em psicoterapia – 2003; Temas em psicoterapia
infantil – capítulo de livro - o atendimento infantil
na ótica fenomenológico existencial.2003; Hermenêutica
e interpretação em psicologia clínica - revista
científica periódica – arquivos brasileiros
de psicologa vol 54/ n 4, 2002; Psicoterapia fenomenológico
existencial - capitulo do livro que versa sobre Psicoterapia Fenomenológico-existencial,
2002; Depressão e psicossomática –capítulo
do. Livro Psicossomática e Psicoterapia, 2001; Vivência
depressiva e a psicoterapia – capítulo do Livro Depressão
e psicossomática, 2001; Existencialismo, psicologia e sociedade
– anais de terças transdisciplinares, UERJ, depext
nape, 2001; Angústia e psicoterapia – capítulo
de Livro Angustia e psicoterapia – Casa do Psicólogo,
2000; Psicoterapia existencial – uma pesquisa fenomenológica
– capítulo do livro A prática da psicoterapia,
1999; O artigo A vivência maníaca – informação
psiquiátrica, Ciência Nacional, 1998; Tratamentos
psicoterápicos – capítulo do livro Síndrome
de Gilles de La Tourette: tiques nervosos e transtornos de comportamento
associados na infância e adolescência , 1998; Aconselhamento
genético – capítulo do livro – Síndrome
de Gilles de La Tourette: tiques nervosos e transtornos de comportamento
associados na infância e adolescência – 1998;
A vivência da ética numa dialética de paixão
e razão – capítulo do Livro Ética na
saúde, 1997; Desafios e possibilidades de uma formação
em uma abordagem fenomenológico-existencial - I Congresso
Brasileiro de Psicologia: ciência e profissão.
Em 1998, comemorou-se o segundo aniversário do IFEN, no
Espaço Cultural Tocando em Você, com uma palestra
proferida por Ana Maria Feijoo, onde a temática abordada
foi “Princípios Norteadores de numa relação
de ajuda”. Neste mesmo local e ano, outras atividades foram
realizadas, tais como Cinema IFEN com a apresentação
dos aspectos psicológicos e psiquiátricos do protagonista
do filme “Shine”, por Maria Bernadete Lessa e Fernando
Azambuja, respectivamente.
Em dezembro de 2000, no Museu da República, todos os membros
do IFEN tiveram a satisfação de prestigiar Ana Maria
Feijoo no lançamento de seu livro “A Escuta e Fala
em Psicoterapia – uma proposta Fenomenológico-Existencial”
tema de sua dissertação de doutorado onde defende
a tese de que a prática clínica pode ter como fundamentos
a filosofia da existência. O pensamento de Kierkegaard e
a ontologia de Heidegger constitui-se nas duas perspectivas filosóficas
consideradas. A ênfase no entanto, se direciona para as
temáticas refletidas por Kierkegaard: a angústia
e o desespero.
Em 18 de fevereiro de 2001, o IFEN, na tentativa de transformar
seu curso de formação em Especialização
em Psicologia Clínica, conforme a Resolução
007/01 de 04 de junho de 2001 do CFP, mudou-se para uma nova sede
que se adequasse as exigências propostas por esta Resolução.
Seu endereço passa a ser Rua Barão de Pirassinunga,
62, Tijuca, uma casa ampla de fachada clássica, capaz de
comportar em sua estrutura todos os projetos do IFEN bem como
atender os espaços físicos exigidos pela Resolução.
A abertura da sede foi comemorada com a apresentação
da Presidente de um caso clínico, mostrando todo o processo
de escuta e fala na clínica psicológica sob os princípios
Fenomenológicos-Existenciais. Neste momento, a EQUIPE IFEN
ganha mais um membro, disposto a despender todo o esforço
nessa empreitada: Elaine Lopez Feijoo.
Com um espaço mais amplo, o IFEN pode oferecer à
comunidade a exibição e discussão do filme
“Bicho de sete cabeças” levantando a questão
das drogas e as relações familiares. A coordenação
foi das psicólogas Patrícia Rio e Maria Bernadete
Lessa. Para surpresa de toda a equipe IFEN, estiveram presentes
dependentes químicos e familiares. E outra vez o IFEN realiza
seu projeto: atuar numa relação de ajuda com a comunidade.
Outra atividade que pôde ser desenvolvida para atender à
comunidade foram os Grupos de Reflexão. Estes encontros
tinham como objetivo oferecer um espaço que possibilitasse
manter a reflexão acerca dos acontecimentos da atualidade
e permitir que se colocasse em jogo os sentimentos e as demandas
do mundo atual. Vários grupos específicos se formaram:
Mulheres, Jovens, Orientação Vocacional, Pais, Filosofia
para Leigos e Mantendo a saúde na terceira idade. Dá-se
continuidade aos Grupos de Reflexão direcionados aos vários
segmentos da comunidade coordenados pelos profissionais do IFEN
com outros temas: “Mantendo a saúde na terceira idade”,
Grupos de Reflexão para Jovens, Orientação
Vocacional, Filosofia para Leigos, Mulheres, Pais.
Em 2003, o ano letivo teve início com a atividade Seminários
Clínicos “ A Psicologia Clínica em questão”
e prosseguiu com as Jornadas IFEN I e II com os temas “
Seminários de Zollikon” e “Kierkegaard”,
respectivamente. Estas Jornadas vigentes até hoje, são
frutos dos estudos realizados nos Encontros Acadêmicos,
nos quais participam professores das várias Instituições
de ensino superior e que ministram disciplinas afins. Em 2004
o IFEN reúne forças e publica o segundo número
da Revista FENÔMENO PSI, com o título “Seminários
de Zollikon”.
Em maio de 2004, aconteceu a III Jornada IFEN com o tema “Psicossomática
na perspectiva fenomenológico-existencial”. Em outubro,
ofereceu-se a IV Jornada IFEN, com o tema “ A Repetição”
, título de um dos livros de Soren A. Kierkegaard, “Repetição”.
No dia 14 de maio de 2005, realizou-se a V Jornada IFEN com o tema
“Diferentes modos de compreensão da subjetividade”
e em outubro, a VI Jornada ofereceu mais uma vez uma temática
abordada por Kierkegaard: O Matrimônio.
Também em 2005, a equipe IFEN teve a oportunidade de participar
do Congresso da Sobreski – Sociedade Brasileira Kierkegaardinana,
em Pocinhos do Rio Verde, apresentando palestra e mesa redonda,
firmando parceira com este grupo de estudiosos.
A partir deste novo encontro, o IFEN teve o prazer de receber Ricardo
Quadros para apresentar palestra sobre o livro “ Repetição”.
Além das várias palestras proferidas por Henri Nicolay
nos eventos do IFEN, Henri Nicolay se dispôs a formar um grupo
de estudo mensal sobre Kierkegaard com Ana Maria, Myriam e Bernadete,
durante 2 anos.
O IFEN comemorou seus dez anos de existência, oferecendo a
comunidade de psicologia o I Encontro Carioca de Psicologia Clínica,
nos dias 24 e 25 de novembro de 2006. Participaram deste encontro
profissionais reconhecidos nesta área de estudo, tais como
os professores Roberto Novais, Ariane Ewald, Cristine Mattar, Joelson
Rodrigues, Jurema Dantas, Virgínia Louro, Carolina Dahein,
Ruth Escudero, Claudia Caminha e Aliete Lopes.
Por fim, ainda fruto da parceria com a Sobreski, em 2007 o IFEN
teve a oportunidade de convidar o professor Álvaro Valls
para proferir palestra no evento “Um dia com Kierkegaard”
no curso de Especialização em Psicologia Clínica.
E ainda aconteceram os eventos “Um dia com Heidegger”,
com a presença do Professor Crisóstomo Lima e Joelson
Rodrigues e “Um dia com Sartre”, que teve a apresentação
magna da Professora Eloísa Aguiar.
De 17 a 20 de maio de 2007, o IFEN se fez presente em um importante
evento da psicologia, XIII Encontro
Goiano da Abordagem Gestáltica & II Encontro de Fenomenologia
do Centro Oeste – EU-TU-NÓS , em Goiânia, através
da professora Ana Maria Feijoo. Deste encontro, que durou três
dias, surgiram sementes de futuros vínculos profissionais
que certamente frutificarão.
Em função da grande demanda, a equipe IFEN estará
oferecendo nos próximos semestres o curso de Formação
em psicologia clinica e o curso de iniciação ao estudo
da psicologia clinica, preparando assim os estudantes para a prática
clínica na abordagem fenomenológico-existencial.
Atualmente, o IFEN continua sua empreitada com as turmas de Especialização,
Grupos de Pesquisa, enfim aprimorando-se, cada vez mais, para conquistar
seu espaço na Psicologia.
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